houve um tempo - louco – que ela e uma música me golpeavam sem dó - deus, que lâminas aquelas – eu era ainda alguém que entrara na vida - esta que nunca nos permite um ensaio – como um coadjuvante sem roteiro ela, hoje nem tanto são as intermitências do coração as ondas do tempo que vão se espaçando e nos largando à margem de nós mesmos sobre a música, devo ainda me manter em alerta feito um sushiman atento à faca afiada
Blog do escritor brasileiro Reynaldo Bessa