o corpo flutuando na ausência na melancolia da tarde a tarde não vivida passos leves, vozes abafadas como se com receio de despertá-la e ela ali sem ela feliz como nunca fora as mãos frias sobre o peito frio oco de vida e ainda na vida. e ela ali tão quieta como nunca fora os pés juntinhos, frios e ausentes de passos. - nunca mais? - as mãos frias sobre o peito frio como se em sua costumeira sesta
Blog do escritor brasileiro Reynaldo Bessa