pó, poeira, minha mãe na soleira porta aberta feito chaga pra estrada sol, porteira meu pai à espreita hora certa feito faca amolada o medo em seu alazão armando o grande alçapão punhal de prata o mundo este turbilhão brandindo espada-solidão sova de alpercata mas lá vou eu lá vou eu lá vou eu no meu carrinho de lata
Blog do escritor brasileiro Reynaldo Bessa